
Olá World Citizens,
Visitei a Birmânia em Novembro de 2016, a curiosidade de conhecer um país que esteve tantos anos “desconectado” com o mundo exterior atraiu a minha curiosidade.
Adorei conhecer o país e confesso que foi aqui que tive o meu maior choque cultural, mas valeu bem a pena.
A minha “porta de entrada” no país foi Yangon, é a maior cidade do país e antiga capital, um pouco caótica mas com uma grande beleza.
Cheguei ao aeroporto de Yangon já ao final do dia, mas deu bem para me aperceber no trajecto aeroporto – hotel que o Trânsito para aquelas bandas é terrível.
No outro dia de manhã e depois de um bom pequeno almoço, fui visitar uma das grandes “atrações” da cidade a Pagoda Shwedagon que é um dos locais mais sagrados do Budismo e um dos maiores do mundo com 99 metros de altura.
Pagoda Shwedagon

Para visitar a Pagoda Shwedagon assim como todos os lugares religiosos no Myanmar optei sempre por usar t-shirs e calças, pois a entrada só é permitida a quem tiver os ombros e as pernas cobertos. Em cada templo também temos de nos descalçar e tirar as meias, para ser prática optei sempre por andar de chinelos e recomendo também andar sempre com umas toalhitas, acreditem que vai dar jeito.
Sule Pagoda
A Sule Pagoda é bem mais pequena que a Shwedagon e fica no centro da cidade e conta com mais de 2000 anos.

Vista de umas das laterais da Sule Pagoda

Monge a ler na Sule Pagoda

Birmanesa muito simpática e adepta de fotos

Casal de Birmaneses com a sua filha

Senhora Birmanesa com creme Tanaka
World Citizen Girl



